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sábado, 20 de maio de 2017

Novos bispos consagrados no Brasil, Estados Unidos e Angola

Novos bispos consagrados no Brasil, Estados Unidos e Angola
O crescimento da Obra requer do homem de Deus maior responsabilidade


publicado em 17/05/2017 às 00:15.

Por Jeane Vidal / Foto: Cedidas


Tags: novos bispos consagração



 


Quando Deus tirou Davi de trás das malhadas, de detrás das ovelhas (1 Crônicas 17.7), para consagrá-lo rei de Israel, Ele sabia que, para torná-lo naquilo que havia planejado, era preciso capacitá-lo, prepará-lo para tamanha responsabilidade, tendo em vista que ele era apenas um garoto, que pastoreava as ovelhas do pai.

Muitas lutas Davi teria de travar, com os inimigos mais poderosos, a começar pelo gigante Golias, até se tornar um grande rei, respeitado, admirado e amado por todos.

Por isso, a primeira coisa que Deus fez foi enviar o profeta Samuel até a casa de Jessé, para então derramar o azeite da unção sobre a cabeça de Davi e consagrá-lo. A partir daquele momento, Davi recebeu de Deus capacidade para governar o povo de Israel e derrotar todos os inimigos.

Ele era o menor da casa de seu pai, o mais incapaz, aos olhos da própria família, mas para Deus ele era a pessoa ideal para cumprir o propósito dEle. Era sincero, humilde, temente a Deus e, embora não fosse visto por ninguém, dava o seu melhor naquilo que havia sido colocado em suas mãos. Ele dava a vida pelas ovelhas.

Esse é o espírito do verdadeiro homem de Deus. Esse é o espírito dos pastores da Universal.

A exemplo de Davi, eles foram tirados de trás das malhadas. Muitos eram menosprezados, desvalorizados pela sociedade e pela própria família. Viviam perdidos nos vícios, na prostituição, na criminalidade, doentes, com uma vida miserável. Mas, ao chegarem à Universal e tomarem conhecimento da Verdade, se entregaram de corpo, alma e espírito e tiveram a vida completamente transformada. E, então, decidiram renunciá-la em favor dos aflitos.

Iniciaram uma jornada árdua, cheia de obstáculos e percalços, lágrimas derramadas no altar, mas gratificante, pelo prazer de servir ao Senhor Jesus e estarem incluídos no plano dEle: salvar o mundo.

Seguindo o que orienta a Palavra de Deus (1 Timóteo 3.1-10), após esses homens de Deus passarem por tantas coisas, tantas privações, perseguições e lutas para levar a Palavra de Deus, terem perseverado e permanecido fiéis, eles têm o seu ministério aprovado por Deus e pelos homens e recebem a consagração a bispo, a fim de serem capacitados para coisas ainda maiores.

Maranhão

No Brasil, na última semana de abril, foram consagrados mais dois bispos, no estado do Maranhão (foto acima).

O primeiro foi o bispo Mário Roberto de Lima Barbosa, de 60 anos — 32 deles servindo a Deus no Altar.

Nascido no estado da Bahia, o bispo Roberto, como é conhecido, chegou à Universal já casado, porém, com a vida e o casamento destruídos pelos vícios e pela prostituição. A esposa, Maria da Glória dos Santos Barbosa, com quem está casado há 37 anos, chegou à Igreja primeiro e foi quem buscou por ele. Tiveram a vida e o casamento restaurados e, após 1 ano, já estavam fazendo a Obra de Deus no Altar.

 


Já passaram por vários estados brasileiros: Bahia, Pará, Amazonas, Rondônia, Rio Grande do Norte e, atualmente, estão no Maranhão.

Para o novo bispo não existe nada mais gratificante do que fazer a Obra de Deus. “Essa consagração representa o prazer e a alegria de servir ao meu Senhor, ajudando pessoas que, se não fossem ajudadas, estariam mortas e, pior, no inferno.”

A outra consagração no estado foi do bispo Ildeglando de Oliveira Souza, que atende por bispo Oliveira e faz a Obra de Deus há 28 anos. Foi na mesma igreja em que se converteu que conheceu a esposa, Ozanir Pereira Alves de Souza, com quem está casado há 25 anos. Serviu a Deus nos seguintes estados: Ceará, Bahia, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Maranhão, onde atualmente é responsável pelo grupo de obreiros voluntários do estado.

Ele se recorda de que, quando iniciou na Obra, havia uma perseguição muito grande contra a Igreja. “Nessa época as nossas igrejas eram apedrejadas e nós éramos perseguidos até nas ruas. Foi o próprio Deus que permitiu que acontecesse tudo isso, para nos fazer crescer e amadurecer.”

Estados Unidos

Nos Estados Unidos também foram consagrados, recentemente, mais três novos bispos. No último dia 25 de abril, o bispo Jean Carturani; no dia 5 de maio, os bispos Márcio Oliveira e Jeferson Murilo Vizerra.

O bispo Jean, de 37 anos, e a esposa, Bianca Carturani, de 35 (ambos na foto acima), são casados há 18 anos e estão na Obra há 16. Estiveram por 10 anos servindo a Deus nos Estados Unidos e, recentemente, foram enviados como responsáveis pela Universal à Guatemala, na América Central.

Para ele, a verdadeira consagração acontece muito antes de ele ser ungido com azeite. “Sempre tive essa consciência, e por essa razão sempre me senti honrado sendo obreiro, auxiliar ou pastor. Essa honra e responsabilidade sempre estiveram dentro de mim, e a cerimônia de consagração veio para confirmar tudo isso e sem dúvida alguma foi muito importante.”

Em 24 anos fazendo a Obra de Deus no Altar, o bispo Jeferson, de 41 anos, e sua esposa, Betânia de Lourdes Silva
Vizerra (ambos na foto abaixo), veem essa consagração como a aprovação do ministério deles. “É o sinal de que Deus tem recebido e aceitado as nossas ofertas no Altar dEle. E nos tornarmos mais servos ainda, e continuaremos servindo com a mesma intensidade.”


Além de vários estados brasileiros, eles já trabalharam em vários estados dos Estados Unidos e, atualmente, são responsáveis pelo trabalho da Universal no estado da Pennsylvania.

 


O bispo Marcio e a esposa, Daniela de Oliveira, tinham 20 e 18 anos de idade, respectivamente, quando foram chamados para o Altar e, em seguida, enviados para o estado de Minas Gerais com a responsabilidade  de iniciar o trabalho na cidade de São João Del Rei. Não havia nada ainda lá, teriam que começar do zero. “Mas a alegria de saber que começaríamos uma igreja superava todos os percalços. Não tínhamos ainda obreiros, havia escassez em tudo, mas não faltavam fé e alegria”, recorda-se ele.

Hoje o novo bispo está com 40 anos e há 14 desenvolve o trabalho nos Estados Unidos. Atualmente é responsável pelo trabalho da Universal em Dallas, no Texas.

Outras consagrações

No último dia 14 de maio aconteceram mais nove consagrações:

No Brasil, foram consagrados os bispos Joel de Araújo e José de Jesus Peixoto, ambos no estado de Sergipe; nos Estados Unidos, o bispo Alexandre Teixeira, em Houston, no Texas; em Angola, os bispos Antonio Chavonga, Manuel Antonio do Rosário Mendes, Ademilson Miguel Santos, Paulo Meireles Rosa Comba, Manoel Lopes da Silva e Alfredo Alberto. 




Projeto da UNIVERSAL faz um evento na Fundação CASA, Ruth Pistori.


Neste último domingo aconteceu um animado evento, os voluntários da Universal chegam à Fundação Casa Bom Retiro, cheios de fé e de muita alegria e com muito amor para ajudar as jovens internas, no clima de muita animação a primeira tecladista da Universal Cristina Miranda com a participação do cantor Junior Reis e da cantora Beatriz cantarão lindo louvores para glorificar o Sr.Jesus, com todos ali presentes. 





O Grupo de Teatro UNIVERSAL na Fundação CASA apresentou um peça cujo o nome O Leilão de Uma Alma.










Ao termino da peça o Bispo Geraldo Vilhena Coordenador responsável pela Evangelização na


Fundação Casa de São Paulo ensinou sobre como usar a fé para vencer todos os problemas. 



Em seguida todas as jovens internas receberam orações feita pelos voluntários da UNIVERSAL. 







Para finalizar o evento foram servido muitos bolos e refrigerantes e sorvetes para todos os presentes.





A direção da Fundação CASA, agradece pela iniciativa do Projeto UNIVERSAL na Fundação CASA.

domingo, 13 de março de 2016

Voluntários da UNIVERSAL e os responsáveis da Fundação CASA, leva jovens internos para assistir o filme os DEZ Mandamentos.

Voluntários da UNIVERSAL e os responsáveis da Fundação CASA, leva jovens internos para assistir o filme os  DEZ Mandamentos.












O inútil se tornou útil.
"O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar."  (Filemom 1 : 11)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Nem três, nem reis, nem magos

Nem três, nem reis, nem magos

O trio de famosos personagens natalinos é mais baseado na tradição que na Bíblia“E, tendo nascido Jesus em Belém de Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém, 

Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.”

(Mateus 2:1-2)






Segundo a tradição, três reis magos do Oriente dirigiram-se a Belém, guiados por uma estrela. Mas, como mostrado no trecho acima, a Palavra Sagrada não cita se eram três, nem se eram reis. Além disso, a palavra “mago”, tal como usada antigamente, não designava exatamente um feiticeiro, como hoje a conhecemos. O termo era utilizado para sábios, conselheiros ou cientistas, como os astrônomos.
Guiar-se pelas estrelas em caminhos de terra e mar era muito comum, assim como medir períodos pelos astros. A ciência da astronomia é bem mais antiga do que sugerem os modernos observatórios e telescópios de hoje. O homem teve de batalhar por milênios, com instrumentos rudimentares, para chegar ao conhecimento do universo que temos hoje. Há cerca de 2 mil anos, a observação a olho nu era quase tudo o que tinham para desenhar os mapas estelares. Atualmente, equipamentos como o telescópio orbital Hubble ajudam o ser humano a entender um pouco melhor a dinâmica do universo.
Voltando à tradição, convencionou-se popularmente que os magos citados na Bíblia eram reis, dois brancos e um negro, e seus nomes eram Gaspar, Melchior e Baltazar.
 “E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela, que tinham visto no oriente, ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. 
E, vendo eles a estrela, regozijaram-se muito com grande alegria.

E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.”
(Mateus 2:9-11)







O apóstolo se refere a uma casa, sem dar maiores detalhes. Nada de estábulo, nada de manjedoura, ainda que pudesse ser uma casa humilde. Nem mesmo a figura de José, marido de Maria, aparece nos escritos. Nada garante, também, que chegaram logo que Jesus nasceu. Nem que havia pastores na cena. A Bíblia diz somente que os magos do Oriente, guiando-se por uma estrela, encontraram Jesus ainda bebê, para adorá-lo. A parte que se refere aos pastores, que ouviram dos anjos sobre o nascimento do Rei dos Reis e foram encontrá-lo deitado em uma manjedoura (um cocho onde se depositava o feno para alimentar o gado), na companhia dos pais, em um estábulo de uma pousada (pois não haviam achado vagas de hospedagem naquela noite por ser a época do censo), está dois livros adiante, no evangelho de Lucas, no capítulo 2. Ao que tudo indica, os pastores chegaram logo que Cristo nasceu, e os magos dias depois, quando o casal e seu bebê já haviam achado uma casa para a devida hospedagem. Daí pode ter vindo a tradição de o Natal ser celebrado em 25 de dezembro e o chamado “Dia de Reis” somente em 6 de janeiro.
Nobreza oriental
Quando a Bíblia se referia ao Oriente, era relativo à Mesopotâmia, onde ficava a Babilônia durante séculos e onde, no tempo de Jesus, dominava o Império Persa. Voltando à palavra “mago”, o termo designava os cientistas, sobretudo os astrônomos, que eram alçados a uma classe social bastante elevada, conviviam com a nobreza e frequentavam os palácios, o que também justificaria as riquezas que carregavam, com um pouco das quais presentearam a família visitada (geralmente, objetos de arte ou outro produto típico do reino do visitante), outro costume da época. Séculos antes, os magos babilônicos foram chefiados pelo profeta Daniel, cativo naquela cidade, mas cuja sabedoria o fazia precioso aos olhos do rei.
Como gozavam de privilégios na corte, fica mais fácil entender o motivo de muitos de fora acharem que eram reis. Provavelmente, as vestimentas e adornos não passavam despercebidos. Nobres que eram, distinguiam-se.
Os presentes






Os versículos de 9 a 11 também não fazem menção de serem três os viajantes. Convencionou-se dizer que eram três pelo número dos presentes citados: ouro, incenso e mirra, supondo-se que cada um deu um deles. O ouro evidencia a riqueza, a nobreza de um rei, tal como Jesus era o Rei dos Judeus das profecias. O incenso, nos templos, simboliza a oração que sobe a Deus, como a fumaça se ergue aos céus. A mirra é uma resina usada com fins antissépticos (e para embalsamamentos, simbolizando a luta contra a morte), algo de muito valor na época, comercializado a partir do Oriente. Muitos atribuem ao fato o costume atual dos presentes de Natal.
Era bastante comum a nobreza viajar em caravanas, com seguranças e até familiares. Nada justificava três nobres portando riquezas viajando da forma clássica que tanto foi propagada: três homens ricamente vestidos sobre camelos, com seus alforjes, e só.
Origem dos “perfis”
Muito da forma como os Três Reis Magos são conhecidos vem dos textos do monge anglo-saxão Beda, historiador, que chegou a dar detalhes da aparência dos visitantes, a quantidade e até nomes, tirados entre os mais comuns dos povos mesopotâmicos. A aparência deles remetia às raças mais comuns do mundo então conhecido, como se representassem todos os povos da Terra reconhecendo Jesus como seu rei. Isso foi idealizado mais de 800 anos após o Natal original. Na Idade Média, os magos começaram a ser adorados como santos, sem que nada mais se soubesse sobre sua existência. Reza a lenda, absurdamente, que os restos mortais dos três estão em uma catedral em Colônia, na Alemanha. Há quem afirme, também absurdamente, que os três eram irmãos. Novamente, nenhum respaldo bíblico para tais afirmações.
Perseguição
Herodes, com quem os magos teriam conversado quando procuravam Jesus, pediu aos viajantes que depois fossem ter com ele para dizer onde o novo Rei dos Judeus estava, para que também fosse adorá-lo. Contudo, ao retornarem para casa, os nobres orientais foram advertidos divinamente em seus sonhos para que voltassem por outro caminho, e não participassem a Herodes a localização do menino. Depois disso, José também foi advertido em sonho sobre a verdadeira intenção do rei, daí a famosa fuga para o Egito.






É sabido que Herodes, percebendo que os magos não voltaram a falar com ele, ordenou que todos os primogênitos de até 2 anos de idade fossem mortos, para que seu reinado não fosse ameaçado por aquele que chegaria para governar os homens, conforme as antigas profecias. Após a morte de Herodes, José, Maria e Jesus puderam voltar para casa. Tudo isso é contado em Mateus 2:12-15.
Ficção em cima da realidade
Em suma, ao que tudo indica, a tradicional história dos “Três Reis Magos”, ainda que bonita, foi apenas uma tentativa de “enriquecer” o texto bíblico, econômico em detalhes. Mas a riqueza do texto de Mateus está exatamente na simplicidade, em evidenciar Jesus como o verdadeiro Messias. Mesmo sendo uma bela história que tenta mostrar todos os reinos da Terra, representados na figura de três monarcas das etnias predominantes, curvando-se a um menino de uma família humilde enviado pelo próprio Deus, devemos discernir o que é verdade, tal como descrita no texto bíblico, e o que é acréscimo. Devemos focar no nascimento de Cristo e no fato de Ele ser o filho de Deus, (e o Próprio, que veio em forma de homem).
Claro que a visita dos magos também é importante, pois mostra o reconhecimento de Jesus como seu mestre e digno de adoração, assim como a divulgação da Boa Nova por eles quando voltassem às suas terras. Entretanto, detalhes a mais devem ser encarados apenas como uma lenda, fora do texto bíblico, ainda que tenha sido adaptada dele.







Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos e os voluntários da UNIVERSAL, fazem palestras sobre drogas na Fundação CASA.


Os voluntários da UNIVERSAL, que desenvolve um importante trabalho
de fé racional dentro das unidades da Fundação CASA de São Paulo.

Realizaram neste ultimo domingo na unidade da Fundação Casa ouve um grande evento para adolescentes e suas famílias.
Os voluntários do grupo chegam á unidade com equipamentos de
Som, teclado, bolos, refrigerantes, sorvetes, livros e bíblias.
Tudo é feito com muito carinho e dedicação para atender aos
Adolescentes e suas famílias. 



A primeira cantora do começo da  UNIVERSAL  Cristina Miranda inicia o evento com suas canções de louvores para adorar o Senhor Jesus.



O momento muito importante a realização da palestra esclarecedora sobre drogas ministrada pelo Robson ex-usuário, Amauri ex-usuário e traficante. Ambos vivenciaram
Durante 10 anos de suas vidas este mundo das drogas e criminalidade
Colocando inclusive a vida se sua família em risco pode perceber
Que o preço é muito alto, pois são muitas vidas em jogo.
Mas o mal faz com que tudo pareça normal, por pior que seja a situação vivida.
As famílias e adolescentes estiveram muito ativos e participantes durante
Toda realização da palestra.







Na oportunidade esteve presente o Pastor Geraldo
Vilhena coordenador do projeto Universal na Fundação Casa
Em todo estado de São Paulo. Passou uma palavra muito importante
Sobre a ação dos espíritos do mal que agem na vida dos adolescentes.
Fazendo com que cometam os delitos e acabam envolvendo-se com
O mundo obscuro das drogas. Mas que através do importante trabalho
De libertação e do arrependimento entregando suas vidas ao Senhor Jesus para a cura dos vícios.



Logo após o Pastor Geraldo ministra uma oração de libertação,




Para finalizar este evento foram distribuídos vários bolos, refrigerantes, sorvetes. Mas mais importante que alimento também foi doado























Bíblias e livros a ultima pedra referência ao mundo errado das drogas.








 
Sem duvida a semente foi plantada e agora o milagre em cada coração ficará por conta do Espírito Santo.

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